segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Shimpachi: deliciosa surpresa!



O convite era para conhecer um restaurante tradicional na Liberdade. 
Fred e Fabio fizeram a convocação. Com eles éramos  9 na aventura gastronômica.
Só que ao chegar na esquina da rua São Joaquim uma surpresa: a  pista estava bloqueada.
Ao fundo víamos uma movimentação de gente nas calçadas. O jeito era estacionar na esquina e subir a pé.
No caminho percebemos o que tinha acontecido: uma árvore centenária gigantesca caiu sobre a rede de energia. A empresa fornecedora estava ali cortando os galhos na tentativa de reestabelecer a energia rapidamente. Só que todos os imóveis, incluindo o restaurante, estavam às escuras. 
Na entrada do restaurante mais uma surpresa: estava todo iluminado a luz de pequenas velas sobre as mesas. 
O ambiente ficou legal e a turma reunida já falava alto na penumbra que cobria o lugar.

Na hora de pedir os pratos a única restrição era para os que precisavam de microondas para descongelar algum ingrediente. Tudo estava liberado. 
Por sugestão de quem sabe o que diz optei pelo Simpachi Teishoku. 
Se liga na foto (escura iluminada por uma vela apenas) do prato e depois eu explico.



Quando chegou quase não acreditei. Tinha de tudo na mesma bandeija. Peixe cru, peixe assado, camarão e legumes empanados (tempurá), pepino curtido, raiz de bardana (deliciosa surpresa), tofu, nabo curtido , tofu, arroz e misoshiro.

Caraca, é sensacional. E no final ainda fomos brindados pela simpática proprietária com tempurá de sorvete.


E o melhor: os preços são muito bons. 
Se gastamos cinquenta reais cada um foi muito.
Preciso voltar com a luz acesa para ver a cara dos pratos porque o sabor está aprovadíssimo.

Se liga no site para conferir. http://shimpachi.com.br/site/tradicao.html

domingo, 17 de novembro de 2013

Alta VOLTagem com os amigos.


Fazia tempo que estávamos querendo conhecer o que existe de novidade na noite paulistana. 
Só que rolava uma preguiça de sair a noite, ir para a região da Paulista, procurar onde parar  e ainda correr o risco de ficar na porta porque não somos 'habituées' de lugar algum. 
Num dia em que resolvi reunir um grupo de amigos - muitos só se conheciam via Facebook e WhatsApp - para um esquenta antes de uma saída para dançar. 
A sugestão do amigo Douglas Barbozza foi o Volt e não é que o lugar é muito bacana mesmo??? 
Bebida de qualidade - experimenta o Tesla -,  comida charmosa - sim comida também precisa ter charme - e atendimento especialíssimo. 
O querido Elton Botteon é mais que gerente. É um amigo de infância tamanha gentileza que mal cabem naqueles mais de 1,80m de altura. 
Sem falar que os DJ´s que circulam por lá tem ótimas sacadas e nenhum preconceito musical. 
Virou a melhor opção, com certeza.


Rua Haddock Lobo, 40
São Paulo, BR
+55 11 3231-3705








A sobra do restaurante!!!!


Quem tem o hábito de comer frequentemente em restaurantes que servem porções grandes se depara quase sempre com aquela parte da porção que sobra na mesa. 
Todos olham para ela pensando: que desperdício!

É desperdício mesmo e não há porque deixar ir para o lixo. 
Tirando arroz e farofa que cá para nós não justificam ser embalados qualquer parte do prato principal DEVE ser levada para casa.

E desta vez foi bacalhau. 

Fomos conhecer o Rancho Português, na Avenida dos Bandeirantes. Já tínhamos ouvido falar do lugar recém instalado onde antes havia uma churrascaria. 
Já gostei do lugar por ver na entrada um empório bem servido com a possibilidade, inclusive, de fazer encomendas ou levar mais um pedaço de sobremesa para casa.

Na hora de escolher o prato a dúvida: o tradicional Leitão à Bairrada, prato famoso da casa ou bacalhau? Como já conhecemos outros restaurantes portugueses na cidade fomos de Bacalhau da Rampinha: posta de bacalhau dourada, batatas portuguesas, cebola no azeite, azeitonas , alho e salsinha. O mais simples para ver se o chefe sabe o que está preparando.


Não precisou de nenhum acompanhamento. O prato estava sensacional. Sem sal no ponto certo, cosimento perfeito. Estranhamos a porção de batatas que pedimos a mais vir misturada ao prato. O garçon percebeu 'o estranhamento ' e rapidamente trouxe um pouco mais de batatas cozidas. Ponto para o serviço. Depois de comer bastante ainda sobrou uma porção suficiente para uma pessoa e não tive dúvida: pedi para embrulhar.



Hoje, domingo, friozinho, preguiça de sair para comer, somada a preguiça de cozinhar algo complexo lembramos do bacalhau na geladeira. 
O que fazer com ele????? 
Pensa, pensa, pensa...
Que tal transformar tudo numa omelete???? 

Primeiro desfiei tudo. Separei as cebolas, tirei as poucas espinhas e comi as azeitonas que estavam lá esquecidas e amassei rusticamente as batatas que sobraram. 

O que rendeu foi uma quantidade bem servida de lascas de bacalhau com batatas.


Para dar uma reforçada e não ficar com gosto de comida de anteontem azeitonas verdes e pretas picadas em pedaços grandes e alho frito. O alho frito é daquele que vc compra pronto e deixa guardado lá no armário porque um dia sabe que vai usar. 
Foi hoje!




 Três ovos, salsa e cebolinha picadas (também tenho sempre no congelador)
e está pronta a nossa mistura!



 Ah, não esqueça de sal e pimenta do reino se gostar ok???


E vamos para o fogão!!!!! 
Eu uso uma omeleteira por absoluta falta de habilidade em virar a comida. Até mesmo com ela tem dias, como hoje, que consigo sujar o fogão na hora de virar. Então prefiro sujar duas panelas e fazer menos bagunça na hora de levar ao fogo.




 Um fio de azeite. Fogo médio. E paciência porque é preciso que o ovo misturado cozinhe por fora e por dentro. Fogo alto vai tostar por fora somente.


Para virar não preciso desenhar, certo??? As panelas se encaixam uma na outra e ai fica muuuito mais fácil cozinhar dos dois lados sem risco de acidentes graves.



 E vamos ao prato pronto??? 
Olha a cara boa que ficou. 
E garanto que o sabor também. 



RESTAURANTES EM SAN TELMO, BUENOS AIRES



Eu sei, eu sei. Pode dar bronca. Seis meses sem aparecer é muuuito tempo. Muito trabalho, viagem de férias, e mudanças necessárias. 
Mas estamos de volta. 
E para começar, vamos falar de Buenos Aires.
Muita gente vai para fazer compras apesar da inflação por lá estar comendo cada centavo de vantagem que tínhamos alguns anos atrás. 
Eu vou para passear, descobrir e...comer. 
A cidade é um paraíso para quem é bom de garfo como eu. E ai vou me surpreendendo a cada descoberta.

Começo falando de Aqui me Quedo. Um Tex-Mex charmoso que encontramos em San Telmo (http://www.aquimequedo-texmex.com.ar/).
Muita gente vai fazer cara feia perguntando: mas você foi comer num restaurante meio texano meio mexicano na Argentina??? Sim, sim.
Tem uma hora que a gente não consegue mais encaram carne do jeito argentino por mais saborosa que seja. Deixamos essa escolha para dias especiais quando vamos aos tangos ou  algum especialmente por causa da carne.
Fora isso, queremos descobertas.
 E foi aqui que experimentamos 'bifecitos a la criolla c hortalizas al horno (um bife de panela com legumes assados).
Ótima escolha a preços bem razoáveis.
Vale conhecer.


Aqui Me Quedo
Chile 346Tel: (011) 4362-7960 

Horario: Lunes y Martes de 12 a 1. Miércoles de 12 a 2. 
Jueves de 12 a 3. 
Viernes de 12 a 4. 
Sábado de 20 a 4:30. 
Domingo de 12 a 20.




Uma outra experiência que assustou muita gente foi entrarmos num restaurante uruguaio:  o Mercadito del Medio y Medio.
Só que nessa experiência um susto.
Pedi um chivito 'al plato". Uma versão do tradicional sanduíche  sem pão e com muita batata frita.
Caraca! Muita comida.
Mas não me arrependo de nenhuma garfada!



A parte que mais gostei foi a possibilidade de tomar uma garrafa de Medio  y Medio geladíssima no meio da tarde e matar a saudade de Montevideu.
Infelizmente os impostos e a inflação fazem com que o preço se torne impagável e na hora de 'importar dentro da mala', trouxemos somente duas garrafas.

Mercadito del Medio y MedioChile 316,Tel: (011) 4300-7007/7651
Horário: Lunes y Martes de 12 a 1. 
Miércoles de 12 a 2. 
Jueves de 12 a 3. 
Viernes y Sábado de 12 a 5.
Domingo de 12 a 1.


 E para terminar o restaurante, café, hostel e balada Via Via Café (http://www.viaviacafe.com/en/buenosaires). 
O lugar é meio escuro, tem uns tipos bem originais e o cardápio é escrito na parede a giz. 
Serviço meio lento mas acho que era o estilo descontraído do local mesmo. 
E os sorrentinos de calabaza (capelete de abóbora) com tomate seco estavam perfeitos.



Agora a sobremesa... 
Ah a sobremesa (postres)!!!!!
Vocês não imaginam o que é o 'volcán de chocolate con corazon de dulce de leche'. 
Só o nome já faz salivar! 



E como o local também tem uma hospedagem ali mesmo o turista pode contratar passeios de bicicleta pela cidade. Bacana. Vamos voltar.

ViaVia Buenos Aires
Chile 324 San Telmo CP (1098AAH)Buenos Aires

quinta-feira, 30 de maio de 2013

SA Bar e Restaurante

Semana passada conhecemos o SA Bar e Restaurante, na rua Simão Álvares, em Pinheiros.

A mistura de bar e restaurante, com música ao vivo e pistinha para dançar funciona mesmo.

A comida é ótima - apesar do risoto estar um pouco firme demais - e o cardápio tem umas promoções para dois que inclui vinho de ótima qualidade.

Não, não é uma porção grande. São dois pratos mesmo, individuais  e uma garrafa de vinho branco ou tinto a escolher.

O ambiente bem iluminado, decorado com bom gosto combina com quem quer se divertir com os amigos ouvindo boa música. Para casais a fim de uma conversa mais reservada, 'pro romance', o segundo andar é ideal.

O local se propõe a atender o público GLBT e consegue com simpatia e educação.

Gostei.

Veja a programação no site: http://www.saclub.com.br/




sábado, 1 de dezembro de 2012

Taberna 474

Era domingo. Tínhamos vindo de Nazaré Paulista depois de uma manhã de trabalho voluntário.
Para terem ideia EU SÓ TINHA COMIDO DOIS PEDAÇOS DE BOLO DESDE ÀS CINCO DA MANHÃ!
Foi quando veio a sugestão do Sérgio de conhecer a Taberna 474.
Segundo ele já tinha ido lá com colegas de trabalho e a comida era surpreendente.

Bom, para ele dizer isso é porque devia ser bom mesmo.
Chegamos depois de três da tarde.
Logo que entramos uma vitrine de ostras frescas o fez babar.
Optamos por uma mesa na primeira sala do pequeno restaurante para ficar mais perto delas.

Eu não gosto, acho estranho demais para se comer, mas ele começou com uma porção. E estavam frescas mesmo!

















Sou mais conservador e escolhi casquinha de bacalhau para a entrada. Nossa! O que foi esse prato.









Como prato principal o arroz de camarão. Parece um risoto, mas não é nem perto do que poderia ser um risoto. Os camarões na medida certa tanto. Em tamanho e cozimento. Olha a foto e sente o perfume. Recomendadíssimo!









E para terminar - sim pode ficar com raiva - a sobremesa que deveria ser proibida: bolinho de chuva com doce de leite. Inacreditável, simplesmente.








Caro? Sim, caro. Mas valeu cada real.

O endereço está no link.

Taberna 474


Esfiha de Carne da Cris Gorgueira.

Um dia conversando pela rede social ela comentou, depois de ver fotos de comida que eu postei, que tinha feito esfihas. Não pensei duas vezes, pedi a receita que agora compartilho com vocês.

E vejam essa foto. Deu água na boca na hora que chegou no meu email.



Massa:




01 xícara de água morna
50 gramas de fermento biológico
1/2 xícara de óleo, ou azeite que perfuma a massa
01 colher de sopa de açúcar
01 colher de chá de sal
Farinha de trigo suficiente
Rende cerca de 20 esfihas pequenas
Como é que ela faz?
Ela começa misturando  tudo até o ponto de massa de amassar.
Deixa a massa crescer até dobrar de volume.



Começa a brincar com a massa e faz bolinhas do tamanho de um limão grande e com a mão modela em forma de disco.
Recheia e faz uma espécie de triângulo unindo as pontas.
Depois polvilha com farinha de trigo.

A forma já está untada com óleo, claro.
Leva ao forno pré-aquecido a mais ou menos 180 graus.

E fica de olho até ficar com cara de assada!
Dica de recheio:

A ESFIHA É SUA ENTÃO PONHA O QUE QUISER DENTRO DELA!!!!

Agora, se preferir a tradicional de carne faça assim:

300 gramas de carne moída crua (fraldinha)
cebola picadinha
tomate picadinho
limão
sal
pimenta síria e folhinhas picadinhas de hortelã, se quiser deixar com um gostinho mais árabe.

Bolo de Carne do Rafa Barbi.


      Hmmmmm, ola, todo mundo. Demorei mas voltei e trago uma receita daquelas 'vamo juntando para ver o que vai var'.
        Ela é do amigo Rafael Barbi, do Rio de Janeiro. E se você não conseguir fazer, por favor, fite um ovo! Não sabe? Então cozinhe o ovo! Vai que consegue.


O que leva?

500gr de carne moída
3 ovos
2 colheres de sopa de shoyo
100gr de azeitonas picadas
4 a 5 dentes de alho amassados
4 colheres de sopa de farinha de trigo.

Como se faz?

Misture bem tudo até ficar uma massa ''lisa"
Unte uma forma com azeite e distribua a massa uniformemente
Forno médio por 25 min...

Ta pronto... é só desenformar e comer!!!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ramona

Ramona Alguns livros que interpretam o significado dos nomes explicam que Ramona significa PROTETORA. Pois foi assim que me senti quando conheci o charmoso resto no centro de São Paulo na companhia de queridos amigos. Ambiente charmoso, pratos interessantes e atendimento gentil. Bastou para me conquistar. Percebi que preciso redescobrir o centro de São Paulo.
Avenida São Luís, 189 República - São Paulo - SP Tel: (11) 3258-6385

Temperos, temperos e mais temperos...


 A dica veio da Milena Rodrigues, nutricionista que me atura já faz tempo. Eu reclamo sempre que minha digestão é difícil por causa de alguns alimentos que 'não caem bem'. Ela sugeriu experimentar SWONF. Um drageado de sementes de funcho indiano, azul esverdeado com sabor de anis e alcaçuz. Fui procurar na Bombay uma lojinha que já tinha chamado minha atenção, mas não parei para sacar o que tinha a oferecer. Que surpresa. Aquilo ali é o paraiso dos culinaristas. Pimentas de vários tipos e origens, flor de sal, spray de fumaça - ou você acha que o hamburger tem aquele perfume porque a carne é puríssima? - e mais uma infinidade de delícias.